
Tribunal Judicial de Nampula esclarece que a detenção de uma cidadã chinesa ocorreu por visto expirado e nega envolvimento em falsificação de documentos migratórios. (alert-passed)
O Tribunal Judicial da Província de Nampula esclareceu que a recente detenção de uma cidadã chinesa no norte de Moçambique esteve relacionada exclusivamente com a expiração do seu visto de trabalho, rejeitando informações que apontavam para um suposto esquema de falsificação de documentos migratórios.
O esclarecimento foi prestado pelo porta-voz da instituição, Victor Vilanculos, após a circulação de notícias que associavam a cidadã à posse de uma máquina de adulteração de vistos.
Segundo o tribunal, tal equipamento não consta em nenhum dos autos do processo, o que contraria categoricamente as versões inicialmente divulgadas.
Em relação à libertação da cidadã, que gerou suspeitas de suborno nas redes sociais, as autoridades judiciais explicaram que o valor de duzentos mil meticais entregue correspondeu a uma caução legal, prevista na lei, e não a qualquer pagamento ilícito.
Victor Vilanculos acrescentou que a restituição à liberdade só ocorreu após a regularização da situação migratória que motivou a detenção.
No entanto, a cidadã chinesa ainda responde a um processo distinto, relacionado com a alegada falsificação de documentos para alteração do regime jurídico da empresa que dirige.
O caso gerou também controvérsia institucional, depois de o Serviço Nacional de Migração em Nampula afirmar desconhecer o processo.
Apesar disso, a Procuradoria Provincial confirmou que acompanha vários processos envolvendo cidadãos chineses na região, garantindo o cumprimento rigoroso da lei. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: Six Tv Moz
Foto: Arquivo / Internet (alert-passed)
