O líder religioso Rui Pedro defendeu que actos de traição não devem ser atribuídos ao consumo de bebidas alcoólicas, mas sim à intenção prévia de quem os pratica.
Segundo o bispo, quando uma pessoa sai de casa para beber e acaba por trair o cônjuge, isso significa que a decisão já estava presente antes mesmo de consumir álcool.
Para ele, a bebida acaba muitas vezes por ser usada como um “esconderijo” para justificar comportamentos que já estavam planeados.
Rui Pedro comparou ainda a situação com casos em que alguém afirma que vai participar numa vigília religiosa, mas altera o percurso para cometer adultério. De acordo com o líder religioso, esse tipo de atitude revela que a intenção já existia desde o início.
A reflexão do bispo tem gerado debate entre fiéis e internautas, sobretudo em torno das questões de responsabilidade pessoal, valores familiares e fidelidade no casamento.
