
O Governo de Moçambique e o Banco de Moçambique apresentam posições contraditórias sobre a eventual adopção de medidas para mitigar o impacto de uma possível subida dos preços dos combustíveis, num cenário marcado pelo agravamento do conflito no Médio Oriente. As declarações divergentes levantam dúvidas sobre a estratégia económica e a comunicação institucional.
No dia 10, durante o briefing do Conselho de Ministros, o Secretário de Estado do Tesouro e Orçamento, Amílcar Tivane, admitiu a possibilidade de o Executivo activar mecanismos de estabilização para compensar eventuais perdas das empresas distribuidoras caso os preços internacionais do combustível continuem a subir.
Entretanto, na segunda-feira, o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, afastou o recurso a subsídios, sem esclarecer se houve revisão das projecções económicas, aumentando o debate público sobre a gestão dos preços dos combustíveis no país. Continua LER mais Clique Aqui