
O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) vive um dos períodos mais críticos da sua história, marcado por uma sequência de escândalos, detenções e alegados desvios de fundos ao longo de mais de uma década.
A crise mais recente ocorreu em abril de 2026, com a detenção de vários membros da direção.
Entre os detidos está o Diretor-Geral Joaquim Moisés Siúta, em prisão preventiva juntamente com outros responsáveis e um empresário, no âmbito de investigações sobre alegados crimes financeiros.
O caso reacende preocupações sobre a gestão dos fundos destinados à proteção social dos trabalhadores moçambicanos.
O histórico de irregularidades inclui o caso da ex-ministra Helena Taipo, detida em 2019 e condenada a 16 anos de prisão por envolvimento num esquema de corrupção que terá desviado cerca de 100 milhões de meticais.
Ao longo dos anos, auditorias e investigações revelaram “pensionistas fantasma” e transferências indevidas de centenas de milhões de meticais, evidenciando falhas graves no controlo interno da instituição.
Também em Tete, em 2011, foram registados desvios que resultaram em condenações. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: Jornal Notícias