
A intervenção da Polícia Nacional angolana que impediu um acto político da UNITA no Uíge, em homenagem ao fundador do partido, Jonas Savimbi, provocou críticas de forças políticas e organizações da sociedade civil.
A polícia justificou a intervenção alegando que a actividade decorreria junto de um órgão de soberania, enquanto a UNITA contestou a versão e denunciou uso excessivo da força. O presidente do partido, Adalberto Costa Júnior, classificou a situação como um “estado de guerra” e adiou o comício.
O PRA-JA Servir Angola e o Bloco Democrático manifestaram solidariedade à UNITA, enquanto o BD exigiu investigação aos alegados disparos com balas reais. A Renamo, de Moçambique, também condenou o alegado uso desproporcional da força. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: DW África / Lusa
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