O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, solicitou, no dia 22 de março, que líderes ocidentais apoiassem a guerra de Israel contra o Irã.
As declarações foram feitas em Dimona, após ataques com mísseis iranianos que deixaram mais de 160 feridos. Netanyahu descreveu o Irã como um inimigo da civilização, citando ataques a civis, ameaças a locais sagrados de Jerusalém e o fechamento do Estreito de Ormuz.
A resposta da Espanha foi imediata. O ministro dos Transportes, Óscar Puente, afirmou pelo X que o país não dará nenhum passo ao lado de Netanyahu, classificando-o de genocida.
A Espanha tem adotado uma posição crítica em relação às operações militares de Israel, apoiando o processo por genocídio iniciado pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça e impondo embargo de armas.
O Tribunal Penal Internacional também emitiu mandados de prisão contra Netanyahu por supostos crimes de guerra, acusações que Israel rejeita.
Fonte: Mídia Internacional
Foto: Mídia Internacional
