A medida consta de uma circular datada de 18 de março e assinada pelo comandante Arnaldo António de Brito Chefo. O documento estabelece regras mais rigorosas para ausências prolongadas relacionadas com formações em medicina tradicional ou outras ocupações extracurriculares que exijam dedicação integral.
De acordo com a directiva, os membros da corporação que pretendam beneficiar deste tipo de licença devem apresentar um pedido formal fundamentado, ao abrigo do Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado. O processo inclui ainda um requerimento dirigido ao Ministro do Interior.
A decisão surge após o aumento de faltas injustificadas, consideradas prejudiciais ao normal funcionamento das actividades policiais na capital do país.
Fonte: Livenews48
Foto: PRM
