
Um caso registado na cidade de Chimoio está a gerar debate sobre discriminação e inclusão de pessoas com albinismo.
Uma mulher de 28 anos, identificada como Girena Gatia Mambuzi, relatou à rádio comunitária GESOM que, em 2024, repreendeu a filha por ter servido água a um menino com albinismo utilizando um copo habitual da casa.
A atitude foi contestada pela própria filha, que defendeu a igualdade entre as pessoas, independentemente da cor da pele.
Segundo o relato, a mulher teve posteriormente dois filhos com albinismo, situação que a levou a reflectir sobre o seu comportamento passado, manifestando arrependimento.
O caso tem gerado discussões na comunidade e entre familiares, sendo apontado como exemplo da necessidade de combater preconceitos e promover o respeito pelos direitos das pessoas com albinismo.
Especialistas reforçam que o albinismo é uma condição genética e não está ligado a crenças sociais.
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