
O activista Djini-wanga Matcha’s Machava defendeu uma nova visão de liderança africana centrada no serviço ao povo, justiça social e valorização da dignidade humana, por ocasião das celebrações do Dia de África.
Num texto de reflexão divulgado esta segunda-feira, o autor afirmou que África precisa de coragem para enfrentar problemas históricos ligados à corrupção, pobreza, perseguição política e desigualdades sociais que continuam a afectar milhões de cidadãos no continente.
Segundo Djini-wanga, o maior desafio africano já não vem apenas de forças externas, mas também da incapacidade de muitos líderes africanos compreenderem que governar significa servir o povo e não perpetuar-se no poder.
O activista destacou que muitos africanos continuam a viver entre a fome, medo, desemprego e falta de serviços básicos, enquanto pequenas elites acumulam riqueza à custa do sofrimento colectivo.
Apesar das dificuldades, Djini-wanga considera que África continua viva através da resistência das comunidades, da força das mulheres, criatividade da juventude e esperança dos povos africanos.
Na reflexão, o autor afirmou ainda que o continente foi empobrecido por sistemas políticos que transformaram a libertação em privilégio para poucos e o Estado em instrumento de benefício individual.
Djini-wanga defendeu igualmente que a verdadeira independência africana só será alcançada quando os cidadãos estiverem livres da miséria, da opressão, da corrupção e da humilhação social.
O activista apelou ao surgimento de uma nova geração de líderes menos preocupados com poder e mais comprometidos com a construção de escolas, hospitais, empregos e oportunidades para a população.
Segundo afirmou, o futuro de África dependerá da consciência colectiva dos próprios africanos e da capacidade de reconstruir a dignidade dos povos através da unidade, justiça e responsabilidade social. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: Redacção