UE e EUA Exigem Investigação Transparente Sobre Morte de Dom Osório

UE e EUA Exigem Investigação Transparente Sobre Morte de Dom Osório

A União Europeia (UE), os seus Estados-Membros e os Estados Unidos da América apelaram às autoridades moçambicanas para que realizem uma investigação rigorosa, independente e transparente sobre a morte de Dom Osório Citora Afonso, Bispo da Diocese de Quelimane e Secretário-Geral da Conferência Episcopal de Moçambique.

Em comunicados divulgados separadamente, as representações diplomáticas manifestaram profunda consternação perante a morte do prelado, considerada uma das figuras mais respeitadas da Igreja Católica em Moçambique.

Os Chefes de Missão da União Europeia e dos seus Estados-Membros afirmaram estar profundamente chocados com o sucedido, classificando a perda de Dom Osório como uma ferida profunda para a Igreja Católica e para toda a sociedade moçambicana.

Na mensagem, os diplomatas europeus apresentaram condolências à família do bispo, à Diocese de Quelimane e à comunidade católica nacional, defendendo que os autores do crime sejam identificados e responsabilizados perante a justiça sem demora.

Por sua vez, a Embaixada dos Estados Unidos da América em Moçambique também expressou solidariedade ao clero e aos fiéis da Diocese de Quelimane, destacando o legado de serviço, dedicação e compromisso de Dom Osório junto das comunidades moçambicanas.

A representação diplomática norte-americana reconheceu igualmente os esforços iniciais das autoridades moçambicanas para esclarecer o caso, mas reforçou a necessidade de um inquérito completo e transparente que permita apurar todas as circunstâncias da morte e levar os responsáveis à justiça.

A morte de Dom Osório Citora Afonso continua a gerar forte comoção dentro e fora do país, multiplicando os apelos por esclarecimento dos factos e responsabilização dos envolvidos.

As manifestações da comunidade internacional reforçam a pressão para que as investigações decorram com transparência e contribuam para o esclarecimento de um caso que abalou a Igreja Católica e a sociedade moçambicana.

Fonte: Integrity Magazine

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