
O presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, defendeu a implementação efetiva das reformas económicas como condição essencial para melhorar o ambiente de negócios e impulsionar o investimento privado no país.
Durante a XIII Sessão do Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócios (CMAN), realizada esta quarta-feira em Maputo, Massingue reconheceu os avanços alcançados pelo Governo em áreas como os setores mineiro e petrolífero, o Conteúdo Local e a consolidação fiscal.
Contudo, alertou que a aprovação de leis, por si só, não garante maior competitividade, sendo indispensável assegurar a sua aplicação prática.
O dirigente da CTA destacou desafios persistentes, entre os quais a burocracia, os elevados custos de conformidade, a escassez de divisas, o preço dos combustíveis e a dívida do Estado aos fornecedores.
A sessão foi encerrada pela Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levy, que reafirmou o compromisso do Executivo com reformas estruturantes e maior previsibilidade regulatória.