
A quatro dias da paralisação da Mozal Aluminium, cresce a incerteza entre trabalhadores que já começaram a despedir-se, temendo impactos no emprego e na economia.
A quatro dias da anunciada suspensão das operações da Mozal Aluminium, o ambiente dentro e fora da maior fundição de alumínio de Moçambique tornou-se marcado por incerteza e preocupação entre os trabalhadores.
Relatos vindos da unidade industrial indicam que alguns funcionários já começaram a despedir-se entre si nos corredores, portões e paragens de transporte, receando que a paralisação das actividades possa abrir caminho para um período de instabilidade laboral e económica.
Durante anos, o som constante das máquinas da fundição simbolizou produção industrial e sustento para milhares de famílias. No entanto, à medida que se aproxima a data da suspensão das operações, esse cenário começa a dar lugar a um clima de ansiedade, rumores e muitas perguntas sem resposta.
Trabalhadores e residentes das zonas próximas temem que a paralisação da Mozal — considerada uma das maiores operações industriais do país — possa ter impactos significativos no emprego, na actividade económica local e nas cadeias de fornecimento associadas à indústria.
A suspensão das actividades ocorre num contexto de desafios relacionados com o fornecimento e o custo da energia, factores apontados como determinantes para a continuidade da operação da fundição. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: ECO TV