
Um conflito familiar marcou as cerimónias fúnebres de uma mulher em Chimoio, província de Manica, depois de os seus enteados terem impedido a realização de uma despedida com o corpo presente numa residência onde a falecida viveu durante cerca de dez anos.
Segundo informações apuradas, o viúvo pretendia que a cerimónia decorresse na casa onde o casal residia. No entanto, os filhos do homem, fruto do primeiro casamento, opuseram-se à decisão, alegando que o imóvel foi construído pelos seus pais antes da chegada da madrasta.
A situação gerou momentos de tensão entre familiares das duas partes, levando inclusive a ameaças de destruição da residência por parte de alguns parentes da falecida.
Em declarações à Rádio Comunitária GESOM, uma das filhas do viúvo afirmou que a família considera a casa um património ligado à memória da mãe falecida.
O caso gerou amplo debate na comunidade sobre herança, património e relações familiares. Continua LER mais Clique Aqui